Quando vi as duas linhas no teste, chorei de alegria.
Pensei que fosse um milagre.
Minhas mãos tremiam enquanto eu corria para mostrar a Diego.
Ele estava na cozinha tomando café, com uma expressão tão calma, como se nada no mundo pudesse afetá-lo.
"Estou grávida", eu disse.
Ele não sorriu.
Não me abraçou.
Não perguntou se eu estava bem.
Simplesmente colocou a xícara na mesa e me olhou como se eu tivesse trazido algo impuro para nossa casa.
"Isso é impossível."
Um nó se formou na minha garganta.