Ela se casou com um coreano aos 21 anos e nos deixou… mas todo ano ela nos manda a mesma mensagem.

Meu nome é Thérèse e tenho sessenta e três anos. Viúva desde jovem, criei minha única filha, Mary Lou, sozinha. Ela era inteligente, doce e linda. As pessoas diziam que ela tinha um futuro brilhante. E de fato tinha.

Aos vinte e um anos, ela conheceu Kang Jun, um coreano quase vinte anos mais velho. Eu me opus ao casamento, não por preconceito, mas por causa da diferença de idade e da distância. Mas minha filha era teimosa. Havia uma determinação em seus olhos que eu não conseguia mudar.

Eles se casaram em uma cerimônia simples. Um mês depois, ela partiu com ele para a Coreia do Sul. No aeroporto, ela me abraçou e chorou. Eu chorei também, em silêncio. Pensei que ela voltaria em alguns anos. Ela nunca voltou. Um ano se passou. Depois dois. Depois cinco. Parei de fazer perguntas. Só o dinheiro continuava chegando — todo ano, exatamente oitenta mil dólares, com uma breve