Mas não havia nada nela que a ligasse a um motociclista vestido de couro, com braços tatuados e olhar penetrante.
E, no entanto, lá estava ela. Todos os sábados. Chorando como se tivesse perdido o amor da sua vida.
O confronto
Passaram-se três meses até que eu tivesse coragem de abordá-lo.
Aquele dia estava claro e sem vento. Ela estava em seu lugar de sempre quando me aproximei, com o peito apertado de raiva e confusão.
"Com licença", eu disse, com a voz mais áspera do que pretendia. "Sou o marido de Sarah. Quem é você?"