O tecido estava enrolado, escurecido nas bordas, reduzido a algo irreconciliável. E Adrian estava lá, me ouvindo enquanto ouvia, como se estivesse me ensinando uma lição que eu deveria ter aprendido há muito tempo.
"Assim, do nada, você me deixaria presa", disse ela, quase indiferente. "É melhor assim."
Há momentos em que algo dentro de você não se quebra, mas se acalma.
Em silêncio.
Para sempre.
Era um desses momentos.
De volta ao salão de baile, ela flui naturalmente, como o braço de outra mulher, como se o espaço ao seu lado sempre pertencesse a outra pessoa.
Ela não olha na direção da porta.
Ele não se perguntou onde estava.
Por que eu teria que fazer isso?
Enquanto você o tiver protegido, ele não será vendido.
Porque a música está morta.