Uma enfermeira de cuidados paliativos revela um movimento que as pessoas suelen fazem quando estão perto da morte

 

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Um impulso para o “más allá”?

Em seus momentos finais, alguns pacientes sussurravam nomes familiares, sonhavam suavemente ou miravam fixamente um ponto invisível com uma expressão de ternura. Muito disse que chegou a um ser querido caído, uma figura espiritual ou sente uma luz benévola.

Frases desgarradoras como:

«Está aqui. »
«Vou para casa. »
“Veo a mamá.”

Esses depoimentos, ainda que subjetivos, confirmam a este gesto um significado casi místico.

Uma resposta do cérebro… ou um impulso final do coração?

A partir de uma perspectiva médica, alguns sugerem que esses movimentos podem ser causados ​​por reações neurológicas involuntárias. Uma queda no oxigênio, mudanças químicas no cérebro ou alucinações podem ser uma causa.

Mas o que surpreende os médicos é a doçura do gesto: não se trata de convulsões nem de espasmos. O movimento é lento, fluido, quase deliberado. Como se o corpo acompanhasse a alma em seu voo.

Um símbolo de ir

Uma enfermeira de cuidados paliativos revela um movimento que as pessoas suelen fazem quando estão perto da morte

Psicologicamente, levantar os braços poderia ser um gesto inconsciente de liberação. Como se uma pessoa, em um impulso de fácil acesso, entregasse essa passagem, sem medo.

Para os seres queridos, este momento a menudo se converte em um incidente:

Isso me tranqüilizou. Sinto que você espera, que vá em paz.

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