Quatro meses depois, me vi dentro de um tribunal, vestida com um blazer azul-marinho, e contei ao júri o que Kyle e seus irmãos haviam feito.
Brad e Chase sentaram-se à mesa da defesa sem câmeras, risos ou confiança. Sua vítima mais recente, Jessica, havia sofrido um grave ataque de pânico depois que eles a trancaram em um prédio comercial para gravar um de seus vídeos. Arquitectura
A acusação usou meu depoimento para demonstrar que seu comportamento não foi uma má decisão isolada, mas sim um padrão de conduta.
Descrevi o calor do deserto, a estrada deserta e o terror de perceber que não tinha dinheiro, nem documentos, nem uma forma confiável de pedir ajuda. Expliquei as pequenas humilhações que já havia sofrido e o dano causado quando pessoas que diziam se importar comigo repetidamente usaram o medo para se divertir.
"Eles nunca registram o que acontece depois", eu disse ao júri. "Eles não mostram os pesadelos nem a perda de confiança. Chamam isso de conteúdo. Eu chamo isso de crueldade disfarçada de comédia."
O tribunal ficou em silêncio.
Kyle estava sentado na galeria. Ele também havia sido chamado para depor e, quando nossos olhares se cruzaram, ele estava chorando.
Do lado de fora, repórteres aguardavam nos degraus do tribunal, mas Grant me guiou por entre eles sem falar por mim. Tribunaise poder judiciário
Kyle disse meu nome.
“Obrigado por dizer a verdade.”
“Eu não fiz isso por você. Fiz isso por Jessica e por qualquer outra pessoa que possa ser atacada.”
"Eu sei."
Ele olhou para Grant.
"Parece que combina com você."
“Ele não tenta me resgatar. Ele fica ao meu lado enquanto eu me resgato sozinha.”
Kyle enxugou os olhos.
Você me odeia?
Cinco anos antes, eu teria respondido imediatamente. Mas ali, com a vida que eu havia construído do zero, o ódio parecia apenas mais uma conexão da qual eu não precisava mais. Relógioe calendários
“Não. Eu não te odeio. Simplesmente não pertenço mais a você.”
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